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Escolas já podem escolher livros didáticos que serão utilizados no ano que vem


Os livros didáticos que serão utilizados pelos alunos do ensino médio a partir do próximo ano letivo podem ser escolhidos a partir de hoje (21) pelos professores, diretores e coordenadores das redes públicas de ensino. O prazo para registrar a escolha vai até o dia 4 de setembro.

O registro da escolha deve ser feito pelo diretor da escola no Sistema do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). As resenhas e informações das coleções aprovadas para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) podem ser acessadas no Guia de Livros Didáticos 2018, que está disponível no portal eletrônico do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A escola deve selecionar duas opções de coleções de cada componente curricular, de editoras diferentes. Caso não seja possível a aquisição dos livros da primeira opção, o FNDE vai adquirir as obras da segunda opção. Depois de processar os pedidos feitos pelas escolas, o FNDE vai negociar a compra das obras com as editoras e, em função da escala de compra, negociar preços abaixo dos praticados no mercado.

A partir de 2019, o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) terá ciclos de quatro anos, e não mais de três, como é atualmente. A mudança está em um decreto presidencial publicado em 19/07/2017 que traz as novas regras para o programa.

Anteriormente, o governo havia proposto aumentar o ciclo para seis anos. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a mudança para um ciclo ainda maior está sendo estudada junto ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Para o MEC, a escala da compra por um período maior possibilita uma economia na aquisição dos livros didáticos.

O primeiro edital com as novas regras será publicado nos próximos dias, para a compra e distribuição, em 2019, de material voltado para a educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental.

Livros consumíveis

Outra mudança é que, a partir de 2019, os livros dos anos iniciais passarão a ser consumíveis, ou seja, todos os livros de 1º ao 5º anos passarão a ser do aluno, não precisando ser devolvidos ao final do ano letivo. Segundo o MEC, a mudança traz autonomia para o aluno diante do livro, já que ele poderá usar o material da melhor maneira, rabiscando e fazendo anotações.

Os professores da educação infantil e de educação física passarão a compor o PNLD, recebendo livros pela primeira vez. O novo PNLD também disponibilizará softwares (programas de computador) e jogos educacionais e outros materiais de apoio à prática pedagógica.

Avaliação

Segundo o decreto publicado, a avaliação das obras inscritas no PNLD será feita por equipes compostas por especialistas das diferentes áreas do conhecimento, professores da educação básica e do ensino superior de instituições públicas e privadas, coordenadas pelo Ministério da Educação. Atualmente, a avaliação é feita pelas universidades públicas.

Já a comissão técnica, que é o corpo de especialistas pedagógicos do MEC que acompanha todo o processo, passa a ser escolhida a partir de indicações de entidades como os conselhos nacionais de Educação (CNE) e de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) e do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), entre outras. (Fonte: EBC).

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E você professor, já escolheu seu livro didático? Quais os critérios que você utiliza na hora da escolha do livro didático? Deixe seu comentário aqui, logo abaixo, nesta postagem.

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